A clausura impedia as Angélicas de se dedicarem às obras sociais tanto quanto convidava-lhes o seu Zelo e exigiam as circunstâncias. Lembraram-se, então, que, segundo o espírito do Fundador e o exemplo das primeiras Madres, as Angélicas deveriam entregar-se à vida ativa e só posteriormente, em 1552, lhes fora imposta a clausura. Foi-lhes sugerido a volta à vida ativa para, com maior eficiência, dedicarem-se às obras de apostolado.

Desde que os Padres Barnabitas chegaram ao Rio de Janeiro, em 1909, para se dedicarem à educação dos jovens católicos, perceberam que, em algumas regiões da cidade, faltavam casas de religiosas, para se dedicarem à educação das jovens. Porque, naquela época, os colégios não eram mistos. Havia colégios para meninos e rapazes, dirigidos por padres e colégio para meninas e moças, dirigidos por freiras.

Os Barnabitas decidiram que era necessário trazer para o Brasil e, em particular, para o Rio de Janeiro, o braço feminino da ordem: as Irmãs Angélicas.

Depois de superar grandes dificuldades, inclusive devido à Primeira Grande Guerra Mundial, o Padre Emílio Richert, tendo ido para o Capítulo Geral dos Barnabitas, visitou as Angélicas em Arienzo, Itália.

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