Era 1919, ano em que as Angélicas tiveram permissão da Santa Igreja para deixar a clausura e se dedicarem a um apostolado mais ativo. O Sacerdote Barnabita falou à Superiora da Congregação, Reverenda Madre Giovana Bracaval, sobre duas candidatas brasileiras ao Noviciado na Europa: a jovem paraense Daria Teixeira Lobato e a professora carioca Dulce Monat da Rocha. O Padre aproveitou para expor a necessidade de que professas, as religiosas voltassem ao Brasil e aqui fundassem uma nova casa das Angélicas.

Quis Deus, porém que, antes de perfazer o tempo legal de Postulantado e de Noviciado, Daria, que chegara a Arienzo no dia 7 de maio de 1920, viesse a falecer no dia 8 de junho, do mesmo ano. Tendo pronunciado os votos religiosos já no leito de morte.

Numa manhã fria de maio, no abençoado dia 6 de maio de 1922, a bordo do navio “Duque de Aosta”, chegaram ao Rio as quatro primeiras Irmãs Angélicas. Eram três italianas e uma brasileira: Angélica Flávia Maria Monat da Rocha.

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